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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Consultec SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA - PROC. SELETIVO SIMPLIFICADO - 002/2009
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
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Atenção para o Prazo de Interposição de Recursos à Nota de Títulos nos dias 16 e 17 de abril, de acordo com procedimentos apresentados no arquivo - Comunicado sobre Interposição de Recursos - Nota de Títulos.
O Recurso ao Gabarito ocorrerá no dia 24.03.09. Acompanhem instruções em comunicado publicado.
Impressão de 2a. Via de Boleto disponível, hoje, dia 12 de março, das 10 às 16h para pagamento também até o dia de hoje, 12.03.09.
Atenção Candidatos: As inscrições deste Processo Seletivo Simplificado foram novamente prorrogadas até o dia 11 de março de 2009. ACESSEM ERRATA - EDITAL DE RETIFICAÇÃO publicada no DOE. A Realização das Provas será dia 22 de março de 2009, no turno vespertino. Fiquem atentos às próximas fases/etapas.
INSCRIÇÃO NÃO PRESENCIAL (via Internet)
Período de Inscrição De 29 de Janeiro a 09 de Fevereiro de 2009
Inscrições prorrogadas de 09 de Fevereiro a 11 de Março de 2009
valor(es) Valor diferenciado por Cargo (Ver relação de Cargos)
Procedimentos Consulte o(s) Edital(is) ou Instruções para inscrição via Internet na seção de arquivos disponíveis/links desta página.
- O ACESSO AO REQUERIMENTO DE INSCRIÇÃO NÃO ESTÁ DISPONÍVEL -
INSCRIÇÃO PRESENCIAL
- Não existirá Inscrição Presencial -
DATAS IMPORTANTES
29/01/2009 Início das Inscrições
09/02/2009 Término das Inscrições
09/02/2009 Prorrogação das Inscrições
11/03/2009 Término da Prorrogação das Inscrições
22/03/2009 Realização de Provas (das 13:30 às 17:30)
15/04/2009 Publicação da Nota de Títulos
16/04/2009 Interposição de Recursos à Nota de Títulos - Até 17/04/2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
eBoostr - Programa para fazer Pen drives de memória RAM no Windows XP.
Como usar pen drives de memória RAM no Windows XP
Você sabe sobre o uso de USB flash drive como memória RAM no Windows Vista. E se o mesmo recurso disponível no Windows XP? Isso seria uma grande alternativa para a maioria dos usuários do XP que furam para os seus sistemas antigos e novos softwares em execução não é possível, eles estão equipados com pouca memória RAM. Aqui é uma ferramenta agradável de usar unidades flash USB como memória RAM no Windows XP OS.
Uma ferramenta útil é desenvolvido por eBoostr ea versão de ensaio está disponível para download gratuito.
Uma ferramenta útil é desenvolvido por eBoostr ea versão de ensaio está disponível para download gratuito.
Não há limite de validade da versão experimental, mas o problema é que você não pode usar a ferramenta há mais de quatro horas continuamente. Se você deseja usar para mais de 4 horas, você precisa reiniciar o sistema. É legal utilizar para os usuários que precisam de um sistema mais rápido, sem nenhum investimento extra.
O software é muito útil no sentido de que é apenas 1 MB para download. Ele suporta Windows XP, Windows 2000 e Windows 2003 e está disponível em 36 idiomas. Exige uma unidade USB 2.0 ou cartão de memória para a operação e USB 1.1 não é suportado como eles tendem a ser muito lento.
Download eBoostr
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
O ambientalismo é um movimento social?
O ambientalismo é um movimento social? Se for, por que não consegue integrar-se na agenda comum dos demais movimentos sociais e populares?
É evidente que é um movimento social, mas creio que herdamos um equivoco de origem a partir do ambientalismo europeu, muito próximo dos movimentos pacifistas, mas sem ligação com as questões de cidadania.
A Europa já não precisa discutir os temas essenciais de cidadania, tão presentes nos paises em desenvolvimento. Precisamos nos preocupar com exclusão social e econômica; educação; saúde; emprego/renda; trabalho escravo/degradante; desenvolvimentismo predatório; direitos indígenas; quilombolas; populações tradicionais; reforma agrária, etc.

Reafirmo que isto pode ter sentido na Europa, mas no caso do Brasil e demais paises em desenvolvimento isto é ilógico.
Felizmente a imensa maioria dos militantes ambientais já superou a fase inicial do movimento, baseado na defesa “das plantinhas e bichinhos”, mas acredito que precisamos dar um passo além de nossos companheiros europeus, que não precisam e não querem questionar o modelo de desenvolvimento de seus países.
No Brasil e nos demais países em desenvolvimento, adotamos um modelo de desenvolvimento socialmente injusto, economicamente excludente e ambientalmente irresponsável e este é o grande tema que nos aproxima de todos os demais movimentos sociais. Pelo menos deveria nos aproximar.
Se não questionarmos o modelo de desenvolvimento, ficaremos presos a temas meramente acessórios, em um ambientalismo de butique que não vai muito além de discutir as sacolinhas de supermercado ou fazer a separação do lixo reciclável.
Também não podemos deixar de lado o atual padrão de consumo, que é evidentemente insustentável. Consumo sustentável supõe grandes mudanças culturais, com significativos impactos sociais e econômicos.
Nosso isolamento dos movimentos sociais e polulares foi questionado, de forma impecável, pelo Correio da Cidadania, no editorial “Apelo aos ambientalistas“. No editorial, o Correio questiona: “O terrível golpe sofrido pelo povo brasileiro com a edição da Medida Provisória 458, que legaliza a grilagem de 67 milhões de hectares de terra na Amazônia, chama a atenção das forças democráticas e progressistas para a necessidade, urgente, de revisão de suas estratégias e táticas.
Não há mais como atuar isoladamente. Somente a formação de uma grande frente de resistência às investidas do capital pode ter alguma eficácia.
Não é possível, pois, que as entidades ambientalistas, após a derrota acachapante que acabam de sofrer, não percebam que, se tivessem atuado de forma articulada com o MST, com o CIMI, com as entidades de defesa dos afro-brasileiros e com os partidos de esquerda, teriam tido mais possibilidades de vitória.”
De fato, o ambientalismo continua incapaz de se articular com os movimentos sociais e populares. Ao contrários dos demais movimentos sociais, os ambientalistas, em geral, tem dificuldades em assumir o questionamento do modelo de desenvolvimento, da economia que está ‘matando o planeta’, da exclusão econômica e outras questões que estão profundamente relacionadas à crise ambiental.
Vivemos em um planeta finito e com recursos naturais igualmente finitos. No entanto, o nosso modelo econômico é baseado em produção e consumo infinitos. É evidente que este modelo não funciona por muito tempo. Além de ambientalmente irresponsável, este modelo também é socialmente injusto e economicamente excludente porque apenas atende à sanha consumista de uma fração da população.
É necessária uma atitude politicamente ativa, lúcida e responsável que realmente questione o modelo atual. Não é fácil nem simples, porque serão exigidas profundas transformações, que modificarão as relações de trabalho e consumo. Na realidade, precisamos construir uma nova sociedade, com um novo modelo econômico. Voltando ao tema central, não teremos um futuro minimamente aceitável sem uma profunda revisão dos conceitos, fundamentos e modelo da economia.
Uma agenda ambiental, minimamente coerente, resultará em impactos sociais e econômicos em escala global. Se não compreendermos isto, continuaremos tratando câncer com aspirina. Ou pouco mais que isto.
Estas questões sem resposta são fortes argumentos para que nos aproximemos dos movimentos sociais e populares, que questionam e lutam contra estas seqüelas do modelo de desenvolvimento e de consumo.
A única diferença é que eles estão tratando dos temas e agindo em escala local e o ambientalismo deve agir em escala global porque a crise ambiental não reconhece fronteiras.
Reafirmo que não tenho as respostas, mas também reafirmo a minha convicção pessoal de que precisamos de uma ampla reflexão, de uma severa autocrítica no que fazemos ou propomos e de humildade para nos integrarmos aos demais movimentos sociais, companheiros de jornada por um outro mundo possível.
Ou, então, assumimos um mero e decorativo ambientalismo fashion, fazendo de conta que é o suficiente.
Henrique Cortez, henriquecortez@ecodebate.com.br
coordenador do EcoDebate
domingo, 4 de janeiro de 2009
Nanotecnologia destrói câncer em ratos, sem efeitos colaterais
De acordo com o pesquisadore dos Estados Unidos, uma pequena partícula sintética carregada de toxinas trabalha tão bem quanto uma quimioterapia para matar células cancerígenas no ovário de ratos, e sem os efeitos terríveis de uma quimioterapia tradicional.Segundo eles, o tratamento que invoca o uso da nanotecnologia para libertar o material genético dentro das células, pode ser pronto para testes clínicos humanos em menos de um ano.
Para Dan Anderson do Instituto Tecnológico de Massachusetts, que trabalha em um estudo publicado na revista Câncer Research, o DNA foi distribuído para que a células morressem, mas foi apenas direcionado em células do ovário.
Se funcionar, a tecnologia oferece a promessa de um novo tratamento para o câncer no ovário, que mata 15,000 mulheres por ano nos Estados Unidos. O estudo destaca o potencial da nanotecnologia – desenhado e manipulado por partículas pequenas sintéticas – como uma forma não viral de alcançar o DNA em direção das células.
A solução para o grupo de estudo foi a criação de um “vírus artificial” – um polímero biodegradável que alcança o interior da célula e é absorvido pelo corpo, muito parecido com a forma de suturas biodegradáveis. Anderson, que trabalhou com o grupo do Instituto Lankenau na Pensilvânia, acredita que existem diversas vantagens nesse processo, em particular a segurança. “Neste caso, nós mostramos que tem potencial como terapêutica para o câncer de ovário”, completa.
O grupo testou diferentes componentes até encontrar um polímero biodegradável que fosse um veículo apropriado para a distribuição. Para formar a nanopartícula, os polímeros foram misturados com um gene que produz uma forma modificada da toxina difteria que é nocivo para as células cancerígenas do ovário. “Essas partículas são desenvolvidas para serem ingeridas pelas células e o DNA possa ser liberado dentro dos núcleos, onde precisa ser trabalhado”, explica Anderson.
Quando eles injetaram o tratamento dentro da cavidade abdominal dos animais com câncer no ovário, o resultado foi tão bom ou até melhor do que a quimioterapia tradicional que é uma combinação de cisplatina e placlitaxel, que causa danos no DNA e tem diversos efeitos colaterais. “Nós achamos que é eficaz e também seguro”.O grupo de Anderson fará vários testes, melhorará os processos manunfaturados e procurará um parceiro conveniente para começar o estudo no tratamento em pessoas. Anderson diz que o estudo do câncer no ovário é apenas uma demonstração do potencial da utilização da terapia com nanopartículas de genes não virais. O grupo ainda planeja estudar a distribuição da nanopartículas nas toxinas de genes do câncer de cérebro, pulmão e fígado.
O laboratório também se uniu com a firma de biotecnologia Alnylam Pharmaceuticals Inc para estudar o uso das nanopartículas a fim de conduzir tratamentos no novo campo da terapia genética conhecida como intervenção de RNA, que pode silenciar as atividades do gene.
Via: [Reuters]
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