sexta-feira, 27 de maio de 2011

Exército investiga soldados que dançaram funk com Hino Nacional


Foi publicado na semana passada um vídeo no qual seis recrutas dançam uma versão funk do Hino Nacional em um quartel de Dom Pedrito, cidade de cerca de 40 mil habitantes próxima a Bagé (RS). Segundo o major Vasques Robinson Diorgenes, comandante da unidade, um inquérito aberto na sexta-feira passada (20) apura o caso.
"Eles eram recrutas recém-incorporados que colocaram o vídeo no YouTube. De imediato, foi instalado o inquérito. Não houve participação de nenhum militar profissional e apuraremos o fato dentro da legalidade. Além dos recrutas, entrevistaremos o civil que nos informou sobre o vídeo", diz o major. O resultado da apuração será divulgado em 40 dias.
Mesmo com as investigações, os recrutas permanecem em atividades normais. O vídeo com cerca de um minuto e 30 segundos ainda está disponível no YouTube.

http://www.youtube.com/watch?v=VhzIxtH0pKc


O que diz a Constituição Federal

É vedada a execução de quaisquer arranjos vocais do Hino Nacional, a não ser o de Alberto Nepomuceno. Não será permitida a execução de arranjos artísticos instrumentais do Hino Nacional que não sejam autorizados pelo presidente da República, ouvido o Ministério da Educação e Cultura. É obrigatória a tonalidade de si bemol para a execução instrumental simples do Hino Nacional. O canto dever ser sempre uníssono (a mesma altura).

Accionistas do BCP podem subscrever novos títulos



A última fase do aumento de capital de 1,37 mil milhões de euros do BCP, reservada a accionistas, arranca hoje, com a emissão de quase 722 milhões de novas acções a 0,36 euros cada.
O BCP aprovou a 19 de Maio o aumento de capital de 259,8 milhões de euros reservado a accionistas através da emissão de 721.813.850 acções, naquela que é a terceira e última fase do aumento de capital do banco.

A decisão do conselho de administração executivo do banco acontece depois da segunda fase do aumento de capital do banco, referente à troca de dívida perpétua por acções, ter resultado num encaixe superior a 990 milhões de euros.

Assim, na terceira e última fase do aumento de capital, o banco vai aumentar o capital em 259,8 milhões de euros (os 250 milhões de euros previstos mais o remanescente para os mil milhões de euros que não foi subscrito na segunda fase do processo).

Na primeira fase do aumento de capital, a instituição liderada por Santos Ferreira incorporou no capital do banco reservas no valor de 120,4 milhões de euros.

Aquando da apresentação dos resultados da oferta pública de troca lançada pelo BCP, a 16 de Maio, o administrador do BCP António Ramalho afirmou que a terceira fase deverá estar concluída «até ao Dia de Portugal», a 10 de Junho.

No total, o BCP reforçará o seu capital em 1,37 mil milhões de euros.

Banca: EUA concederam empréstimos secretos com juros de 0.01%



Credit Suisse, Goldman Sachs e o Royal Bank of Scotland receberam 80 mil milhões de dólares da Reserva Federal norte-americana entre Março e Dezembro de 2008.
A operação foi realizada nos meses de maior stress nos mercados financeiros internacionais e foi ocultada ao Congresso norte-americano, aos accionistas dos bancos em causa, e à opinião pública, revela a Bloomberg.

Com taxas de juro de 0.01%, quando o valor de referência à data se situava nos 0.5%, um economista norte-americano contactado pela Bloomberg questiona a legitimidade dos empréstimos secretos. «Com taxas tão reduzidas, não estamos a falar de resgate algum, mas de uma manobra para gerar lucros», afirma Michael Greenberger, da Universidade do Maryland.

Fontes da banca defendem a decisão do banco central liderado por Ben Bernanke e contrapõem que os empréstimos de curta duração eram necessários para estabilizar o sector financeiro internacional.

A informação consta de um volumoso pacote de documentos revelados pela justiça norte-americana, depois da recusa de uma providência cautelar de uma associação que representa a banca, no âmbito de um processo apresentado pela Bloomberg contra a Reserva Federal pela omissão de dados sobre o empréstimo de fundos públicos.

eBay acusa Google de roubo de informação secreta




A eBay processou a Google e dois executivos da empresa por alegado roubo de informação secreta sobre sistemas de pagamentos móveis
O processo foi apresentado no mesmo dia em que a Google apresentou um novo sistema de pagamentos, o Google Wallet, e envolve precisamente os dois executivos responsáveis pela apresentação do serviço, Osama Bedier e Stephanie Tilenius, antigos funcionários da PayPal, a unidade de pagamentos on-line da eBay.

De acordo com informação avançada pela agência Reuters, Osama Bedier é acusado de se ter «apropriado indevidamente de informação confidencial da PayPal ao divulgá-la à Google e aos grandes retalhistas», e de ter tentado levar antigos colegas para a Google.

Já Stephanie Tilenius é acusada de ter violado um acordo contratual com a eBay, ao recrutar Osama Bedier para a Google.

No mesmo processo o site de leilões refere que trabalhou durante três anos com a Google num projecto de pagamentos móveis centrado no sistema PayPal e nos dispositivos com Android.

Osama Bedier, que terá sido um dos principais executivos da PayPal envolvido nas negociações com a Google, é ainda acusado de ter copiado para o seu computador informação sobre estas negociações poucos dias antes de sair da empresa.

Citado pela agência noticiosa um porta-voz da Google afirmou que a empresa ainda não recebeu nenhuma notificação judicial sobre este processo.

Acesso à PlayStation Network de regresso à Ásia




O acesso à PlayStation Network (PSN) na Ásia, a única região onde o serviço continua desactivado, deverá voltar a estar disponível a partir de amanhã
Apesar de ter começado a disponibilizar o acesso ao serviço em algumas regiões desde o passado dia 16, o regresso da PSN à Ásia demorou mais algum tempo, pois a Sony pretendeu demonstrar às autoridades locais que tinha implementado medidas suficientes para proteger os seus utilizadores, avança a BBC.

A reactivação do serviço surge depois de a Sony ter desactivado a PSN no passado dia 20 de Abril, na sequência do roubo de dados pessoais de milhões de utilizadores.

Apesar de já estar a ficar disponível aos poucos, nem todas as funcionalidades do serviço estão acessíveis, nomeadamente as que permitem comprar videojogos ou outros tipos de conteúdos, que requerem a utilização de cartão de crédito.

Mark Zuckerberg considera processo sobre Facebook uma fraude



O processo apresentado por um nova-iorquino contra Mark Zuckerberg, onde Paul Ceglia alega que é dono de mais de metade do Facebook, foi considerado uma fraude pelo criador da rede social
A opinião de Mark Zuckerberg surge num pedido feito ao Tribunal Distrital de Buffalo, onde foi apresentado o processo por Paul Ceglia, para que a querela seja anulada.

No processo em causa Paul Ceglia afirma que em 2003 Mark Zuckerberg lhe tinha garantido 84 por cento de um projecto tecnológico, que mais tarde seria o Facebook.

Como provas afirmou ter em sua posse um conjunto de e-mails, trocados com o fundador da rede social, que atestam a acusação.

O fundador da rede social defende-se agora afirmando que o caso apresentado pelo acusador é uma fraude descarada e escandalosa, avança a agência Reuters.

Para Mark Zuckerberg o processo interposto por Ceglia baseia-se em provas fabricadas e acusa o seu adversário de ser um autor de fraudes inveterado, cujo mau comportamento ultrapassa fronteiras e décadas.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Google tentou ser parceiro do Facebook, revela Eric Schmidt

Ex-CEO, hoje presidente do conselho de administração da gigante de buscas, assume ter errado ao desconsiderar a rede social como ameaça.

"Eu errei", assumiu Eric Schmidt, presidente do conselho de administração do Google, em entrevista na conferência D9, organizada pelo blog All Things Digital, do Wall Street Journal, nessa terça-feira, 31/5, ao mencionar o fato de ter menosprezado o crescimento do Facebook. Os investidores se queixam de que a Google não está se movendo com velocidade suficiente para combater o rápido crescimento das redes sociais.

Schmidt reconheceu não ter se esforçado o bastante para enfrentar a crescente ameaça do maior site de redes sociais do mundo, durante os anos em que foi presidente-executivo da companhia. "Escrevi memorandos falando sobre esse problema em termos gerais. Sabia que precisava fazer alguma coisa, mas não consegui", disse. "No mundo on-line que você precisa saber que você está lidando", completou.

Durante a entrevista de 90 minutos, Schmidt discutiu o cenário cada vez mais competitivo do mercado, abordou temas espinhosos como as crescentes pressões regulatórias as acusações de desrespeito à privacidade dos usuários e os recentes lançamentos da companhia, o Google Offers e o recém lançado Google Wallet.

O Google Offers, sistema de cupons de desconto do Google, já está em fase de testes nos Estados Unidos. A partir de hoje chega a outras cidades americanas, além de Portland. Estará acessível em Oregon, San Francisco e Nova York. A intenção do Google é a de que se torne um forte concorrente para o popular site de compras coletivas Groupon e também ao Facebook Deals, que passou por ajustes recentes.

O Google Offers é integrado a todos os outros serviços da Google. Por exemplo: os "cupons de desconto" podem ser armazenados no Google Wallet para serem utilizados na próxima transação. Empresas usuárias do Google Places podem ainda promover ofertas, como recompensas em troca de "Check-ins", como resultado de buscas no Google ou por proximidade (se o usuário passar perto de um restaurante poderá receber um alerta no celular de que o prato do dia está com 10% de desconto).

Não opinião do ex-CEO, são projetos como esses, do Google Offers e do Google Wallet, que explicam porque a empresa tem superado a batalha contra a estagnação. O Android e a entrada da empresa no negócio de publicidade de display também foram citados como movimentos importantes da companhia.

Segundo Schmidt, Google, Facebook, Apple e Amazon formam hoje a Gang of Four", empresas de tecnologia focadas em negócios online que crescem de forma acelerada. "São empresas que querem ser as plataformas para as outras empresas", afirmou. A Google enfrenta crescente pressão para competir, mas também para ser parceira das outras três gigantes. Por exemplo: recentemente, renovou o seu relacionamento com a Apple para uso dos seus mapas e serviços de busca, embora desenvolva o Android como alternativa ao sistema operacional IOS para telefones e tablets.