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Reformulação da córnea com lentes de Contato Imagem
Feixe de dados: Seu telefone pode exibir a saída do poder e outras estatísticas enviadas pelas unidades solar Armageddon. Energia Painéis Plug-and-Play

Agora, uma equipe de pesquisadores do MIT anunciaram que fizeram um novo avanço para a produção de electricidade com nanotubos de carbono. A descoberta pode levar um dia a uma miríade de novos dispositivos como sensores do tamanho de poeira que podem ser dispersos no ar para monitorar o ambiente ou a tecnologia pode levar a dispositivos implantáveis que produzem seu próprio poder. Os investigadores descobriram um fenômeno que era até então desconhecida, que produz poderosos acenou de energia que os tiros que os nanotubos de carbono de electricidade, produzindo.
A equipe de pesquisadores do fenômeno chamado de "ondas de termelétricas". Michael MIT Strano, o Charles e Hilda Roddey Professor de Engenharia Química, e principal autor do trabalho relata os resultados, disse, "[ondas Termelétrica] abre uma nova área de pesquisa de energia, o que é raro".
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A onda térmica é um movimento do pulso de calor que percorre os nanotubos de carbono microscópicos e elétrons drives junto com ele a criação de uma corrente elétrica. A equipe de nanotubos de carbono revestidos com um combustível altamente reativo, que produz calor, se decompõe. O combustível foi acesa em uma das extremidades do nanotubo com um feixe de laser ou faísca de alta tensão.
A ignição resultando criou uma onda rápida evolução térmica que percorre cerca de 10.000 vezes mais rápido que a velocidade normal da reação de acordo com a equipe. A temperatura do anel de calor atinge cerca de 3.000 kelvin, empurrando os elétrons ao longo do tubo criando uma corrente elétrica substancial. Strano, diz que as ondas de combustão foram matematicamente estudado por mais de uma centena de anos, mas ele alega ser o primeiro a prever que as ondas de combustão pode ser guiado por um nanotubos ou nanofios e empurrar uma corrente elétrica ao longo do fio.
Strano diz: "[Nos primeiros experimentos] lo e eis que estava realmente surpreso com o tamanho do pico de tensão resultante." Ele continuou dizendo: "Há algo acontecendo aqui. Nós o chamamos de arrastamento eletrônica uma vez que parte da atual aparece em escala com a velocidade da onda.
Strano diz que desde a descoberta é tão novo que é difícil prever como ela poderia ser usada na aplicação prática. A equipe planeja realizar mais pesquisas, com diferentes tipos de materiais reativos para o revestimento de combustível ea equipe de suspeitos que, ao utilizar outros materiais para o revestimento da frente da onda poderia oscilar para produzir uma corrente alternada. Os pontos da equipe que a maior parte da energia gerada com o novo método é emitida como luz e calor e trabalho está em andamento para tornar o processo mais eficiente.
Plástico sem petróleo
Uma equipe de cientistas sul-coreanos conseguiu pela primeira vez fabricar os polímeros usados na fabricação dos plásticos mais usados no dia a dia por meio da bioengenharia, eliminando a necessidade dos químicos à base de petróleo.
Polímeros são grandes moléculas que compõem todos os plásticos e borrachas presentes em nossa vida diária.
Ácido polilático
A equipe de pesquisadores, coordenada pelo professor Sang Yup Lee, da Universidade Kaist, focou sua pesquisa no ácido polilático (PLA), um polímero de origem biológica que contém a chave para a produção de plásticos a partir de recursos naturais renováveis.
"Os poliésteres e outros polímeros que usamos no dia a dia são basicamente derivados dos óleos fósseis produzidos em refinarias ou por outros processos químicos," explica Lee.
"A ideia de produzir polímeros a partir de biomassa renovável tem atraído muita atenção pela crescente preocupação com os problemas ambientais e a natureza limitada dos recursos fósseis. O ácido polilático é considerado uma boa alternativa aos plásticos baseados em petróleo por ser biodegradável e apresentar baixa toxicidade aos seres humanos," explica o pesquisador.
Bactéria produtora de plástico
Até hoje, o PLA vem sendo produzido em um processo de duas etapas - fermentação e polimerização - que é complexo e caro.
Agora, utilizando uma cepa da bactéria E.coli geneticamente modificada, a equipe do Dr. Lee desenvolveu um processo de uma única etapa que produz o ácido polilático e seus copolímeros através da fermentação direta.
Isto torna a produção do PLA e dos copolímeros de lactatos a partir de fontes renováveis mais barata e mais próxima da viabilidade comercial.
"Desenvolvendo uma estratégia que combina a manipulação metabólica com a manipulação enzimática, nós criamos um processo de produção do PLA e seus copolímeros que é eficiente, baseado inteiramente em biotecnologia e que funciona em um único passo. Isto significa que a cepa de E.coli agora é capaz de produzir polímeros que não são naturais do microrganismo de forma eficiente," diz o pesquisador.
Manipulação genética
Lee acrescenta que a técnica poderá ser utilizada para a manipulação genética de outros microrganismos com vistas à fabricação de outros polímeros que hoje não podem ser obtidos por meio renováveis.
O processo foi patenteado, em conjunto com a empresa LG Chem, que está estudando a viabilidade de usar o processo em escala industrial.
Um arquiteto francês apresentou publicamente o protótipo do que deve ser o primeiro navio vertical do mundo e que deve possibilitar ao homem uma nova maneira de explorar o fundo do mar.
Jacques Rougerie, de 64 anos, diz que sua invenção, uma estação oceanográfica batizada de SeaOrbiter, será realidade "em um futuro próximo".
Ele afirma já ter metade dos 35 milhões de euros necessários para a construção da estrutura, que, ao contrário das atuais estações submarinas, será móvel e poderá navegar pelos oceanos.
"Atualmente, os oceanógrafos só podem mergulhar por curtos períodos de tempo e depois têm de ser trazidos para a superfície. É como se fossem levados para a Amazônia e depois tirados de lá em um espaço de uma hora", comparou. "O SeaOrbiter vai oferecer uma presença móvel permanente com uma janela para tudo o que está abaixo da superfície do mar."
Plataformas
Segundo o projeto de Rougerie, a estação terá 51 metros de altura e contará com uma parte submersa e outra para fora da água.
Equipamentos de navegação e comunicação ficarão acima da superfície, juntamente com uma plataforma de observação.
Os cientistas viverão debaixo d'água e haverá uma plataforma pressurizada de onde mergulhadores poderão partir em missão.
O projeto conta ainda com a consultoria de Jean-Loup Chrétien, o primeiro astronauta da França, que está envolvido no design da estação.
O sistema anti-colisão da estrutura é baseado no que é atualmente utilizado na Estação Espacial Internacional.
Rougerie, que dirige um carro-anfíbio, vive e trabalha em um barco e já passou 70 dias em uma expedição submarina, disse que as chances de o SeaOrbiter ser realmente construído "são de 90%".
Um grande estaleiro francês já assinou sua participação no projeto, que também ganhou o apoio do presidente francês, Nicolas Sarkozy.
Quando a carga da bateria fica muito baixa, o eletrólito descarregado pode simplesmente ser substituído [Imagem: Fraunhofer]
em um posto de reabastecimento por um novo fluido carregado - de forma tão fácil quanto encher o tanque de combustível.
Reabastecendo a bateria
As baterias de lítio oferecem hoje a melhor opção para alimentar os carros elétricos. Contudo, elas ainda pesam muito e demoram muito tempo para recarregar. E oferecem uma autonomia pequena, restringindo o uso dos veículos elétricos a percursos menores.
Os engenheiros do Instituto Fraunhofer acreditam ter encontrado uma solução promissora em um outro tipo de bateria, chamada bateria de fluxo redox - redox refere-se a uma reação de oxidação-redução.
"Estas baterias são baseadas em eletrólitos líquidos. Desta forma, elas podem ser recarregadas nos postos de abastecimento em poucos minutos - o eletrólito descarregado é simplesmente bombeado para fora e substituído por um fluido carregado," explica o engenheiro Jens Noack.
O fluido descarregado pode ser recarregado no próprio posto, sendo revendido a outro cliente. Os pesquisadores apontam ainda a possibilidade de fazer o recarregamento do fluidos utilizando energia solar ou a energia produzida por uma turbina de vento.
Baterias de fluxo redox
O princípio das baterias de fluxo redox não é novo - dois eletrólitos líquidos, contendo íons metálicos, fluem através de eletrodos porosos de grafite, separados por uma membrana que permite a passagem dos prótons. Durante esta troca de carga, uma corrente flui ao longo dos eletrodos, que pode então ser utilizada para alimentar qualquer dispositivo elétrico.
Estas baterias, até agora, apresentam a grande desvantagem de armazenar uma quantidade de energia significativamente menor do que as baterias de lítio. Equipado com baterias de fluxo redox tradicional, um veículo elétrico não teria uma autonomia muito maior do que 25 quilômetros.
Cinco vezes mais carga
O que os pesquisadores alemães conseguiram foi aumentar a densidade de carga das baterias redox em até cinco vezes, aproximando-se muito da autonomia oferecida pelas baterias de lítio instaladas nos carros elétricos e híbridos atuais, mas sem os inconvenientes destas.
A primeira célula da nova bateria já está pronta. Agora os engenheiros estão montando as diversas células para formar uma bateria. O próximo passo será otimizar o seu funcionamento, eventualmente aumentando ainda mais a capacidade de armazenamento de carga.
Por enquanto, como estão trabalhando apenas com protótipos da nova bateria, os veículos elétricos de teste são miniaturas, mas em escala precisa, com um décimo do tamanho e do peso de um veículo elétrico normal. Um veículo na escala de 1:5 já está em etapa final de preparação.
Transistores biodegradáveis
Pesquisadores criaram transistores totalmente biodegradáveis e os utilizaram para construir circuitos eletrônicos que poderão ser utilizados como implantes temporários para o corpo humano.
Esta é a primeira vez que pesquisadores conseguem fabricar componentes eletrônicos de materiais semicondutores totalmente biodegradáveis.
Implantes temporários
Em vários tipos de condições médicas, principalmente para o acompanhamento pós-cirúrgico, sensores que funcionem em tempo integral seriam de grande utilidade para monitorar a recuperação do paciente, permitindo que ele volte mais cedo para casa portando um verdadeiro "enfermeiro eletrônico" implantado no seu corpo.
Em caso de alguma anormalidade, o circuito eletrônico pode emitir avisos por meio de um computador ou de um telefone celular. E, conforme o paciente se recupera, o circuito se dilui no interior do seu corpo, de forma muito parecida com o que acontece com os fios utilizados nas suturas da cirurgia.
Outra aplicação dos circuitos eletrônicos biodegradáveis será na construção de temporizadores eletrônicos implantados no corpo do paciente, que liberem medicamentos nas doses precisas e nos horários determinados, evitando que a pessoa se esqueça ou não faça o tratamento conforme a orientação médica.
Embora estas ainda sejam apenas possibilidades futuras, agora trata-se de possibilidades factíveis, graças ao trabalho da equipe da Dra. Zhenan Bao, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
Circuitos eletrônicos biodegradáveis
Mesmo sendo totalmente funcionais quando mergulhados em água, depois de cerca de dois meses tudo o que resta dos circuitos eletrônicos biodegradáveis são os contatos elétricos metálicos medindo alguns nanômetros de comprimento.
Como os nanocontatos de circuitos eletrônicos são feitos de ouro - um metal inerte - eles não deverão ter qualquer impacto sobre a saúde.
Os circuitos eletrônicos começam a se dissolver quando entram em contato com um ambiente similar ao existente no interior do corpo humano: uma solução salina com um pH levemente básico. Para que eles se mantenham funcionais pelo tempo necessário, poderão ser encapsulados por camadas poliméricas que se degradem no tempo adequado.
Os transistores biodegradáveis são semicondutores orgânicos que lembram a composição da melanina, o pigmento da pele, além de contatos de ouro e prata - ambos metais aprovados para uso no interior do corpo humano.
Alta tensão
O próximo passo da pesquisa será diminuir a tensão necessária para o funcionamento dos transistores biodegradáveis. No protótipo de demonstração, a tensão é alta demais e ainda não é seguro colocar o circuito em contato nem mesmo com animais de laboratório.
Curiosamente, já que a pesquisa representa um grande avanço nos semicondutores orgânicos, o elo fraco do circuito é a camada isolante, ou dielétrica.
Os pesquisadores estão usando o álcool polivinílico, pela sua biodegradabilidade. Mas, para fornecer um bom isolamento, a camada ainda precisa ser muito grossa - cerca de 800 nanômetros de espessura - o que significa que a tensão deve ser alta o suficiente para que os elétrons possam atravessar a barreira.
Bibliografia: