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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Biorrobô Água-viva artificial movimenta-se com células cardíacas

Biorrobô Água-viva artificial movimenta-se com células cardíacas

Biomecânica

Cientistas juntaram proteínas e células vivas do coração de animais a uma matriz de silicone para criar uma água-viva capaz de se movimentar.

O feito serve como uma prova de conceito da engenharia reversa de seres vivos ou, pelo menos, de músculos e formas de vida simples.

Janna Nawroth e seus colegas das universidades de Harvard e Caltech afirmam também que sua "água-viva meio viva" amplia a definição da chamada "vida artificial", ou vida sintética, um campo emergente de pesquisas, baseado sobretudo na biologia sintética.

Assim, a água-viva biomecânica é menos robótica do que sua similar apresentada há poucos meses.

Robô água-viva usa músculos artificiais alimentados a hidrogênio Seus criadores a batizaram de Medusoide, em referência a medusa, outro nome pelo qual as águas-vivas são conhecidas.

Engenharia de tecidos

"Um dos maiores objetivos do nosso estudo era fazer avançar o campo da engenharia de tecidos," disse Nawroth, referindo-se às tentativas de reproduzir tecidos vivos em laboratório, algo que, segundo ela, tem sido feito mais como uma arte, juntando componentes que se acredita serem importantes, mas sem necessariamente entender os princípios de funcionamento do tecido como um todo.

Entender e imitar a água-viva pareceu um objetivo natural, já que a ciência acredita ser esse um dos mais antigos animais da Terra dotados de múltiplos órgãos.

Esses animais usam seus músculos para bombear água e se movimentar, de uma forma muito similar com o pulsar do músculo cardíaco.

Biorrobô Biorrobô Água-viva artificial movimenta-se com células cardíacas 1

Para criar sua medusa artificial, os pesquisadores começaram com um molde de silicone, desenvolvendo um formato que lembra ligeiramente o corpo do animal, e aprimorando-o para que não vazasse muita água entre as "pétalas", o que faria o biorrobô perder impulso.

A seguir, eles aplicaram uma camada cuidadosamente projetada de proteínas, tentando reproduzir ao máximo a arquitetura muscular do animal.

Essa camada de proteínas serviu como guia para o crescimento e a organização da camada seguinte, formada por células do coração de ratos.

Segundo os pesquisadores, para obter o movimento ritmado, ou pulsante, foi necessário combinar quantitativamente a arquitetura subcelular, celular e supracelular da musculatura da água-viva com as células cardíacas.

Isso abre caminho para exploração da técnica para a construção de órgãos artificiais ou, pelo menos, para o desenvolvimento de "remendos" para tecidos do corpo humano danificados por acidentes ou doenças.

Os cientistas confessam-se insatisfeitos com a possibilidade de reproduzir apenas células e bactérias, e querem partir para criar órgãos e animais inteiros. [Imagem: Nawroth et al./Nature Biotechnology] Seres sintéticos

O "ser sintético" foi colocado em água salgada, à qual foi aplicada uma corrente elétrica alternada - entre 0 e 5 volts - que faz com que as células cardíacas pulsem, movimentando o biorrobô.

Na verdade, as células cardíacas já pulsavam ligeiramente sem a aplicação da corrente, mas geravam um movimento que não era forte o suficiente para movimentar o biorrobô.

"Como engenheiros, ficamos muito confortáveis em construir coisas de aço, cobre e concreto," disse o Dr. Kevin Parker, coautor do estudo. "Eu vejo as células como outro tipo de substrato de construção, mas precisamos de especificações quantitativas rigorosas para mover a engenharia de tecidos para um tipo reproduzível de engenharia."

Segundo Parker, enquanto a biologia sintética e sua busca pela vida artificial está "focada na manipulação genética de células, em vez de construir uma célula só, nós queremos construir uma besta".

Canto de sapos vira algoritmo para redes wireless

Canto de sapos vira algoritmo para redes wireless

Sapos espertos

A inspiração na natureza para desenvolver novas tecnologias parece não ter limites.

Para desenvolver uma rede de transmissão de dados sem fios mais rápida, pesquisadores espanhóis copiaram a forma de comunicação de um pequeno sapo endêmico no Japão.

Os machos da rã das árvores (Hyla japonica) usam o seu "canto" para atrair as fêmeas. Pelo som, as fêmeas conseguem identificar onde está o pretendente.

O problema surge quando dois ou mais machos estão muito próximos, ou quando emitem seus chamados em intervalos muito curtos - a fêmea fica confusa pelos sons e não consegue localizar nenhum deles.

Para evitar os desencontros, as rãs aprenderam a nunca cantar ao mesmo tempo, para que as fêmeas possam distinguir entre cada um deles.

Problema da pintura de grafos

Cientistas da Universidade da Catalunha usaram a técnica dos sapos japoneses para criar um algoritmo que consegue "de-sincronizar" a transmissão de nós de uma rede wireless - ou seja, assim como os sapos, os nós nunca chamarão ao mesmo tempo.

Canto de sapos vira algoritmo para redes wireless 2O desafio era bem conhecido dos matemáticos, que o chamam de "problema da pintura de grafos". Os cientistas queriam atribuir uma cor a cada nó da rede, e evitar que dois nós com a mesma cor chamassem ao mesmo tempo.

"A pintura de grafos é a formalização de um problema que surge em muitas áreas do mundo real, como na otimização das modernas redes wireless, sem nenhuma estrutura predeterminada, usando técnicas para reduzir perdas de pacotes de informações ou para melhorar a eficiência energética," explica Christian Blum, que solucionou o problema juntamente com seu colega Hugo Hernández.

Grafos são conjuntos de nós interconectados - o Google e a Microsoft estão usando grafos para dar mais inteligência a seus mecanismos de busca. O comportamento dos sapos foi expresso em um algoritmo que os pesquisadores batizaram de FrogSim - uma referência a um "simulador de sapos". [Imagem: Hernández/Blum] Operação distribuída Como no caso das chamadas de-sincronizadas dos sapos, a operação em um padrão distribuído implica a ausência de um controle central, que pudesse ter uma visão do todo e funcionar como maestro. O comportamento dos sapos foi então formalizado em uma equação que permite uma solução válida para o problema de colorir os nós da rede wireless usando o menor número possível de cores. A equação foi codificada em um algoritmo que os pesquisadores batizaram de FrogSim - uma referência a um "simulador de sapos". Além das redes sem fios, a solução terá aplicações imediatas na chamada "inteligência de enxame", de grande interesse também para as pesquisas em robótica. Os cientistas já haviam se inspirado em formigas, abelhas, cupins, pássaros e até peixes para desenvolver suas tecnologias. Mas rãs é uma novidade.

Copiloto inteligente evita colisão de carros

Copiloto inteligente evita colisão de carros

Anjo da guarda dos motoristas

Um motorista dirige um carro por um campo de provas, pontilhado por cones e alguns barris.

Um pesquisador instrui então o motorista, que está dirigindo o carro por controle remoto, a conduzi-lo diretamente para cima de um barril.

Contudo, por mais que o motorista tente obedecer a instrução, antes que a colisão ocorra o carro desvia-se do barril.

Passado o perigo, depois que o veículo retorna ao curso anterior, o comando é devolvido ao motorista.

A demonstração ocorreu em Salinas, nos Estados Unidos, e o pesquisador era Sterling Anderson, do MIT, que desenvolveu o "sistema de segurança veicular semiautônomo".

Copiloto inteligente

O sistema, cujo nome Anderson simplificou para "copiloto inteligente", utiliza uma câmera e um detector de proximidade a laser para identificar riscos de colisão.

Sensores podem ser adicionados conforme a necessidade, mas a grande inovação está em um algoritmo que analisa os dados e identifica zonas seguras para trafegar.

Enquanto o motorista se mantém dentro dessas zonas de segurança, o copiloto deixa que ele dirija à vontade.

Mas basta o motorista assumir algum risco - ou outro veículo ou pedestre surgir repentinamente à frente - para que o copiloto virtual assuma imediatamente o controle do veículo.

O motorista só conseguirá fazer alguma coisa depois que o computador tiver colocado o carro de novo na zona de segurança.

Direção compartilhada

"A inovação real é permitir que o carro compartilhe o controle com você," afirma Anderson. "Se você quiser dirigir, ele apenas vai se certificar de que você não se choque com nada."

O pesquisador afirma que a tecnologia pertence à mesma classe dos sistemas de estacionamento automatizado, já presentes em alguns veículos de série.

Já foram realizados mais de 500 testes com o copiloto inteligente. Houve alguns incidentes, que os pesquisadores atribuíram a falhas na câmera, e não no algoritmo.

Agora eles estão trabalhando para inserir um conjunto mais completo de sensores, na tentativa de tornar o sistema à prova de falhas.

Cerebelo artificial humaniza movimentos de robô

Cerebelo artificial humaniza movimentos de robô

Cerebelo de robô

Pesquisadores espanhóis desenvolveram um cerebelo artificial que controla um braço robótico com uma precisão quase humana.

O cerebelo é a parte do cérebro humano que controla o sistema locomotor e coordena os movimentos do corpo.

É verdade que robôs podem ser muito mais rápidos e muitíssimo mais precisos do que uma mão humana.

Contudo, se isso é uma vantagem para robôs industriais, manipulando peças em alta velocidade, torna-se um problema para robôs que devem interagir diretamente com trabalhadores humanos.

Simulador neural

Cerebelo artificial humaniza movimentos de robô 8As técnicas de alta velocidade usadas nos robôs industriais, ao requererem forças intensas, tornam-se perigosas para os seres humanos; e por consumirem muita energia, são inadequadas para robôs móveis ou autônomos.

Isso levou Niceto Luque e seus colegas da Universidade de Granada a desenvolverem um cerebelo virtual, um simulador neural que controla o robô, não por instruções detalhadas e rígidas, mas por um sistema de aprendizado e adaptação.

Além de armazenar suas "leituras sensoriais", o sistema adapta-se a correções, em vez de simplesmente travar, como acontece com circuitos eletrônicos comuns.

Modelo que serviu de inspiração para o desenvolvimento do simulador neural, que está disponível no endereço http://code.google.com/p/edlut. [Imagem: Luque et al./IJNS] "Além disso, ele grava os comandos motores para prever a ação ou o movimento a ser realizado pelo braço robótico," diz o pesquisador.

Em outras palavras, o robô dotado do cerebelo artificial aprende automaticamente conforme ele vai manipulando diferentes objetos.

É possível também dizer a ele "Vá daqui até lá" e ele se vira para encontrar a melhor forma de fazer isso, sem tropeçar em seus colegas.

Transplante virtual

O controle tradicional de robôs industriais exige a inserção de comandos precisos para cada movimento.

Os problemas aparecem quando um trabalhador surge repentinamente na frente do robô.

Segundo o pesquisador, a adaptabilidade a condições variáveis propiciada pelo simulador neural dá ao robô condições ideais para a interação com seres humanos trabalhando lado a lado com ele em uma fábrica.

Depois de aprender seus movimentos iniciais em um robô construído no laboratório da universidade, o cerebelo artificial agora será transplantado para um robô industrial estado-da-arte.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Qualidade da água é monitorada por robô em tempo real.


Universidades europeias que participam do chamado projeto Shoal desenvolveram um peixe-robô que analisa a qualidade da água onde nada em tempo real.

A tecnologia empregada reduz o tempo que se leva para detectar a poluição da água. De semanas, passou a ser de poucos segundos. O produto será vendido para autoridades portuárias, companhias de abastecimento de água e aquários, entre outros interessados. Além das universidades, o consórcio tem a colaboração de empresas privadas e o porto de Gijon, na Espanha.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Engenheiros criam braços de Robô gigante com simulador de F1 acoplado.

Engenheiros criam braços de Robô gigante com simulador de F1 acoplado.Engenheiros do Instituto  Max Planck para Cibernetica Biologica de Tübingen, na Alemanha estão realmente satisfeitos com seus trabalhos, após criar um simulador que destina-se a replicar a experiência realistica de condução de uma Ferrari.

Os jogadores sentam em uma cadeira suspensa sustentada por um braço mecânico cerca de 7 metros do chão com um sistema de simulação de corrida virtual onde conduzirão uma Ferrari F2007 em torno de uma faixa projetada. O braço robô, mais paresce com aqueles encontrado em parques de diversões, cheios de cabos e aparelhos em torno do condutor da Ferrari fazendo a simulação do movimento dinâmico do carro, de acordo com IEEE Spectrum.

Os pesquisadores queriam usar um braço robótico como um simulador de movimento com o objetivo de compreender como os seres humanos experimentam a sensação de movimento.Eles imaginaram o jogo de corridas da F1 como uma boa maneira para testar a simulação, diz a IEEE Spectrum reports.

Como aprendemos, os jogos de vídeo podem contribuir muito para a ciência real. Mas isso pode ser um caso extremamente incrível.

 

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Pesquisadores criaram borboleta biônica que voa.

Screenshot do vídeo mostrando os pesquisadores japoneses 
demonstrando a voar para a frente do movimento
da borboleta andorinha através 
de seus ornithopter artificial.


 Um grupo de pesquisadores japoneses, conseguiram construir uma replica de borboleta totalmente funcional e eles filmaram  a  borboleta realizando seu vôo.


 Entre os vários tipos de borboletas, as  swallowtails que foram usadas no processo são únicas em que a sua área de asa é muito grande em relação à sua massa corporal. Isto combinado com as asas dianteira e a sobreposição significa que sua freqüência  é relativamente baixa e seu movimento são severamente restringidos.


 Como resultado, sua capacidade "para controlar ativamente a força aerodinâmica das asas é limitado e seu movimento corporal é uma reação passiva ao movimento simples, e não - tão comuns em outros tipos de borboleta - uma reação tipica da aerodinâmica .


 Para provar que ela consegue transmitir vôo com simples movimentos que agitam, os pesquisadores construíram um reais com as mesmas dimensões como a borboleta, copiando a forma distinta das  asa e as membranas finas e veias que cobrem suas asas.




Elite Tecnológica

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Robô é criado apartir de celular com estimulos emocionais via SMS

 Foto:Ji-Dong Yim, um  estudante de doutorado em artes interativas e tecnologia.

Um par de cientistas da Universidade Simon Fraser, inventaram um robô apartir de um celular que pode andar, dançar e até chorar como dirigido por mensagem de texto.

Ji-Dong Yim, uma estudante de doutorado em artes interativas e tecnologia, e Chris Shaw, orientador do doutorando Yim, têm colaborado para criar Callo e Cally, um par de robôs celulares que usam a rede sem fio, através de mensagens de texto e outras tecnologias interativas para comunicar as emoções humanas .

É um "sistema de avatar simples," de acordo com Yim.

Seus primeiro protótipo de Cally, fisicamente ativos celular-robô que fica cerca de 16 centímetros de altura. Ela anda, dança e imita gestos humanos. Ela também pode ajudar os utilizadores do telemóvel a fazer expressões faciais, acompanhando seus rostos durante uma chamada de vídeo.

Callo é mais alto em 23 centímetros, e os cientistas dizem que ele é emocionalmente mais sofisticado do que Cally.

Callo, que é uma tela, registra emoções através de mensagens de texto como seres humanos, e expressões faciais. Callo fica em uma das pernas, balança os braços e sorri quando recebe um emoticon de sorriso - como;). Se um emoticon de urgência é enviado, ele comece a gesticular os braços freneticamente.

"Eu estava procurando algumas idéias para pôr os robôs em nossas vidas", Yim disse quando questionado sobre como ele veio com a idéia de que os robôs celulares, de 33 anos, residente Surrey tem trabalhado na tecnologia robótica por mais de dois anos .

Dois robôs celulares também podem interagir.

"Imagine que você está chamando com através Callo", disse Yim. "Quando você mover o robô, o meu robô mover o mesmo, e vice-versa, para que possamos compartilhar sentimentos emocionais usando 'fisicamente smart phones" robô ".

Yim, um desenvolvedor de software para uma empresa pequena, completou seu mestrado em design de produto. Ele diz que espera que a tecnologia de Callo possa ser vendida para o uso diário, mas agora ele está muito ocupado terminando seu doutorado em foco no marketing de produto.

Shaw, um professor adjunto na Escola de SFU Interactive Arts and Technology, disse que os dois estão a desenvolver uma vasta gama de cenários entre humanos e robôs e protótipos de celulares e esses são apenas dois exemplos.

Shaw disse que o celular do robô é uma nova categoria de produto eletrônicos que é divertido e funcional, que serve como um brinquedo e um amigo de trabalho.

"Nós estamos usando-os a explorar as formas em que podemos socializar produtos robóticos, apartir de outros aparelhos como o GPS, de forma interativa a comunicar-se com as pessoas e construir a intimidade a longo prazo com eles", disse Shaw..

Veja o Vídeo abaixo:













Elite Tecnologica

domingo, 25 de abril de 2010

"Robôs e Eletrônicos serão controlados pela mente humana"

Foto: Asimo sendo controlado pela mente.


O amor insaciável do Japão para os robôs e tecnologia de leitura da mente tem convergido na forma de uma parceria entre governo e nova indústria. Isso significa que os consumidores japoneses podem olhar para a frente de robôs e eletrônicos sendo controlados somente pelo pensamento sozinho dentro de uma década, de acordo com a Agence France-Presse.

O Nikkei reportou pela primeira vez este desenvolvimento ontem, citando fontes governamentais anônimas, e assim por detalhes técnicos permanecem um pouco nebulosos. Qualquer desses dispositivos supostamente usados sensor montado headsets para analisar os sinais elétricos e os padrões de fluxo sanguíneo cerebral, dos usuários.

A falta de especificações não impediu que o coletivo scientifico de imaginação divulgasem fontes do Running Wild. Futuros dispositivos de controlados pela mente incluirá televisores e telefones inteligentes que escreveram mensagens de texto pelo pensamento. Isso não é ao contrário de alguns dispositivos de interface cérebral já programado para chegar ao mercado, mas presume-se que seria muito menos dispendioso para os itens de utilização diária.

Outras aplicações possíveis incluem um sistema de navegação de carro que procura restaurantes quando ele detecta o driver pensa sobre o seu estômago vazio, e condicionadores de ar que ajustam a temperatura com base no sentimento demasiado quente ou frio. Esse é um percurso enorme pelos padrões de hoje

Naturalmente, os fones de ouvido também permitirão às pessoas idosas ou com deficiência se comunicar com o robot servos e alertá-los para quando a ajuda é necessária.

Nós já investigamos os últimos desafios da tecnologia de leitura da mente de um recurso amplo, que envolve alguns números enormes graves e alguns scanners cerebrais de ultima geração. esforços futuros do Japão poderia colocar algum músculo financeiro por trás dessa expansão da área de investigação, dado o envolvimento de corporações gigantes como Toyota, Honda e Hitachi, bem como as melhores universidades e instituições de pesquisa.

 Mente, talvez um futuro controlado ainda soa assustador para alguns, até mesmo se é o consumidor que supostamente irá fazer o controle. Mas pelo menos é uma abordagem diferente da visão da Intel de implantes no cérebro do consumidor.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

MIT - Cria jogo digital para analisar interação entre seres humanos e robôs.

Foto: Nexi, MIT's Social Robô


Quer gastar algum tempo hoje em nome da ciência?


O Pessoal do MIT Robotics Group lançou Mars Escape, um jogo de vídeo em que um duelo entre humanos e robôs encalhados em uma base em Marte para reparar um gerador de oxigênio, não antes que o fornecimento de oxigênio se esgota. Mas o papel de dois jogadores que joga o jogo não é apenas para a recreação, os dados extraídos do jogo vai ser usado para fornecer uma base algorítmica para uma melhor interação entre humanos e robôs.

Os pares de jogo até dois jogadores humanos, um desempenhando o papel de um astronauta humano, e o outro de robô. A equipe deve recolher as ferramentas adequadas e suprimentos de todo o ambiente da estação espacial para reparar o seu gerador com defeito, os dois devem interagir para completar todas as tarefas constantes antes do tempo.

Através do estudo do trabalho em equipe e interação humana social, o grupo espera melhorar e aprimorar o comportamento autônomo do seu robô Nexi, um humanóide 'bot que o MIT está a desenvolver para explorar melhor os meio de aprendizagem e interação social entre humanos e robôs. A equipe irá recriar o ambiente do jogo Escape Marte e mostrar o que aprendeu com a Nexi-lo no Boston Museum of Science.

Enquanto você está jogando no trabalho, assim como você pode estar ajudando a busca de uma melhor inteligência robótica. Só tenha cuidado para não exagerar, quanto mais você joga, mais você começa a perder o seu emprego, e fica mais perto da Nexi em substituir você rsrsrs...


Confira o jogo aqui no Elite Tecnologica Clique Aqui.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Soldados do futuro podem ter impulsionadores do cérebro e Amigos Digital!


Os soldados do futuro pode impulsionar seus cérebros com drogas e próteses, aumentar sua força com exoesqueletos mecânicos, e inteligência artificial "camaradas digital" em seus beck e chamada, de acordo com o Futuro do Exército dos E.U.A Soldier's Initiative.
O projeto é a última tentativa do laboratório de pesquisa E.U.A Exército em Natick, Massachusetts, para discutir o que os soldados podem levar para o campo de batalha amanhã. A ênfase de seu conceito é aumentar a performance mental.

Estimular a mente

Com a ciência e tecnologia de maneira controversa pode ajudar a fornecer a mão superior na guerra é através de drogas que aumentam a mente ou prótese para o corpo de um soldado ou o cérebro, a iniciativa sugerida, poderiam trazer grandes melhorias na performance dos soldado e proporcionar uma tremenda vantagem em combate, ele notou, mas exigiria o exército para lidar com muito sérios e difíceis problemas éticos.
Soldados podem ter conhecimento que lhes são apresentados através de sistemas de realidade aumentada que sobrepor os dados sobre sua visão do seu ambiente e sistemas de realidade virtual que mergulha-as no computador ambientes simulados.

Com a ajuda da cabeça ou pulso exibe-se luvas e dados, eles poderiam ver áreas remotas do campo de batalha, através de sensores, robôs operam com comandos de voz ou gestos, e receber novo treinamento em habilidades críticas sempre que elas querem ou precisam.

Para lidar com a escassez de dados, cada soldado pode ser emparelhado com o seu agente pessoal próprio e inteligente, companheiros, que a iniciativa apelidada de um amigo "digital".

Estes programas podem filtrar informações para alertar os soldados para detalhes vitais, fornecer lembretes como corredores de memória, controlar os níveis de munição e outros suprimentos para as chamadas automatizadas para reabastecimento, comunicar com os outros "camaradas digital" para melhor tecer soldados em equipes, e mesmo adaptar-se a personalidade de um soldado individual, pontos fortes e fracos.



Ternos do futuro

Um exoesqueleto equipado para parte inferior do corpo de um soldado poderia conceder-lhe força sobre-humana e resistência, personalizável "robots wearable", que facilmente levar arte, tais como armas pesadas, armaduras e escudos ou ferramentas para cortar os obstáculos para a busca de emergência e salvamento.

Duas equipes diferentes estão competindo para construir exosqueletons, uma apoiada pela Raytheon, o outro pela Lockheed Martin.

O Corpo armadura pode incorporar maia cadeia fabricada a partir de nanotubos de carbono ou outros materiais de engenharia na escala de nanômetros, ou bilionésimos de metro. Essas armaduras poderão ser flexível e proteger contra os efeitos da explosão, como estilhaços, amputações e queimaduras, bem como contra os cortes e rodadas de rifle.

chapelaria futuro pode não apenas incorporar as unidades de áudio e vídeo e receptores de rádio, mas também sensores para manter o controle da atividade do cérebro. Estes, juntamente com outros dispositivos no corpo do soldado e no monitor de freqüência cardíaca, níveis de hidratação e outros dados, pode ajudar os controlar as faixas de estado físico e mental de um soldado para ajudar a determinar como encaixar ele ou ela é de direito e ver se a intervenção médica ou psicológica se justifica .

Sistemade reconhecimento de face também pode ser adicionado a chapelaria, útil em postos de controle ou de aquisição de alvos, enquanto os sistemas tradutor automático pode não só ajudar os soldados a entender línguas, mas também sinais não-verbais. viseiras transparentes também podem ser incorporados com matrizes de nanotubos de carbono para ajudar a absorver qualquer ataque laser que cega. Headgear poderia igualmente apoiar telémetros laser, iluminadores infravermelhos alvo, GPS e mapas.


Na mesma maneira, os uniformes do futuro também pode ser antimicrobiana, explosão protetora, resistente à chama, bug repelente, toxina de detecção e de combate, em certa medida de auto-limpeza, capaz não só de sentir as feridas, mas também talvez gerenciá-las, e atado com tecnologias como piezoelectrics, baterias têxtil integrada e fibras eletricamente condutora que ajudá-los a gerar, armazenar e poder colher e servir de redes de comunicação. Se os soldados se sentem muito calor ou frio, eles poderiam até mesmo levar em torno de seu próprio peso leve, de baixa potência sistemas de controle do clima.

Toda esta engrenagem pode ter seu poder de um pequeno gerador que poderia tranquilamente converter combustível líquido diretamente em eletricidade por dia.

O futuro incerto

Infelizmente, não há sinal do centro de, qualquer uma dessas idéias pode realmente ver a uso em batalha.

O conceito foi originalmente chamado Soldado do Futuro 2030 Initiative, sugerindo que esta pode ser olhado como os soldados de duas décadas fora. No entanto, o projeto caiu a data de seu título em dezembro.

Elite Tecnologica

Boca robotizada de borracha simula a voz humana.

Boca robotizada Você confiaria esta coisa para ensinar-lhe pronunciação adequada?

Um robô aterrorizante lutando para falar as vogais foi passado em torno da web com pouca explicação diferente sobre o experimento: "Isto é assustador." O que certamente é, mas, depois de cavar em torno de informações, descobrimos que, apesar da aparência de pesadelo do robô e sua voz, seus inventores realmente destinados a balbuciar de um negócio sério - ou seja, para ajudar as pessoas com deficiência auditiva melhorar a sua articulação da fala.

Para ativar habilidades de fala do robô, os engenheiros do Japão Kagawa University usou uma bomba de ar, artificial cordas vocais, um tubo de ressonância, a cavidade nasal, e um microfone acoplado a um analisador de som como substitutos dos órgãos humanos vocal. O robô não apenas conversa, mas usa um algoritmo de aprendizagem para imitar os sons da fala humana. Ao introduzir as vozes de pessoas, tanto com deficiência auditiva e não-deficientes auditivos no microfone, os pesquisadores foram capazes de traçar as diferenças de som em um mapa. Durante o treinamento da fala, o robô "ouve" os sujeitos falam ao comparar sua pronúncia com a de indivíduos que não são deficientes auditivos. O robô então gera uma visualização personalizado que permite que os indivíduos a ajustar sua pronúncia de acordo com os pontos de destino no mapa da fala.

Embora as conclusões do pesquisador, foram publicadas em 2008, o robô tem percorrido um longo caminho, como parece que os primeiros protótipos faltava lábios e um nariz com aparência humana.

Elite Tecnologica

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Artista cria Robô autônomo que procura água poluída para sustentar a sua planta sybiotica.

Nomad Plantas O trabalho robótico de sucos de arte a sua célula
a combustívelmicrobiana de bactérias córregos
poluídos. Gilberto Esparza


Aqui no Elite Tecnologica estamos sempre procurando as melhores notícia na área da robótica veja uma dessas!

E se pudéssemos usar a nossa poluição como combustível? Essa noção parece intratável dentro do paradigma energético atual, em que tantos dos nossos poluentes são derivados de nossos combustíveis. Mas é precisamente essa ideia que inspirou o artista mexicano Gilberto Esparza para criar "Nómada Plantas", um trabalho de arte-bot que usa a água poluída a sua força de célula de combustível e alimentos para as plantas e microrganismos que vivem simbioticamente dentro do corpo do robô.

O robô autónomo busca ativamente córregos poluídos, utilizando as bactérias que encontra na água suja a sua força de célula de combustível, que, por sua vez os potentes circuitos do robô de bordo. Qualquer excesso de energia é usada para sustentar as plantas nativas e organismos que passeio a bordo do Nomad, garantindo toda a energia produzida a partir da água poluída.

Nomad Plantas, naturalmente, é parte do robô, Esparza queria criar um robô que fosse uma solução e um meio de sensibilização para o papel que os humanos desempenham em qualquer compensação ou perturbar os frágeis ecossistemas da Terra. Comunicado de imprensa da Via Esparza:

"Neste ponto, é importante destacar o potencial ambíguo do poder transformador da espécie humana, devido à sua capacidade de destruir, mas também para restaurar. Por essa razão, o que é necessário é uma nova maneira de pensar, que a posição nós, como os anticorpos no planeta, e uma boa compreensão da importância de viver em simbiose com o nosso planeta e com todas as espécies. "

Os seres humanos como os anticorpos, como estufas robôs andando, a poluição como combustível, que parece como um monte de alto-mindede ar quente, se o robô realmente não funciona. Nomad Plantas está em exposição na Laboral Arte e Criação Industrial Centre, em Gijon, Espanha, através de 7 de junho deste ano.

Elite Tecnologica

DARPA planeja criar um carro voador até 2015 segundo relatório.


DARPA planeja criar um carro voador até 2015 segundo relatório.

 A DARPA não revela muito sobre a seu primeiro "Transformer TX" programa destinado a desenvolver um carro voador para os militares. Mas, agora, a proposta completa foi publicada, e mostra que a agência do Pentágono espera obter um protótipo no ar até 2015, segundo relatórios de registo.

Os cientistas querem um veículo de decolagem vertical que comporta-se como um SUV off-road com capacidade no terreno, além de fazer uma decolagem em altitudes de até 10.000 pés.
 Os limites de tamanho para o projeto chegam a cerca de dois Hummers nose-to-tail, isso é suficientemente espaçoso para quatro soldados totalmente equipados, ou uma maca e um médico.

 Querem também que seu veículo dos sonho tenha capacidade de cobrir 250 milhas antes acabar o combustivel. Eles sugerem a incorporação de tecnologias como uma unidade híbrida elétrica, estruturas adaptativas como asa, ou conduzidos fãs tilt-rotor semelhante ao que o gunships de uso nos veiculos e naves de Avatar. O carro voador  também deve ser capaz de fazer suas próprias operações não tripuladas, como qualquer outro bem helicóptero robótico ou veículo em serviço, os militares do E.U.A. Possuindo controles de vôo que deve permitir qualquer inscrito homem ou mulher capaz de dirigir e pilotar o veículo.

Estamos apenas ligeiramente surpreendido que a DARPA parou o tímido projeto de encontrar o protótipo de robô gigante, como Optimus Prime ou Starscream, para diminuir essa lista que constitui uma ordem muito alta. Mas talvez o orçamento de 43 milhões de dólares colocar alguns limites nas sessões de brainstorming da equipe...


quarta-feira, 14 de abril de 2010

NASA lançará Robonaut "R2' este ano.

Foto:NASA R2

Ainda este ano, R2 NASA vai se tornar o primeiro robô humanóide residente da Estação Espacial Internacional. O lançamento do Android bonito, que até agora não havia sido agendada com firmeza, já foi acelerado para acontecer em setembro.
Antes do bot ele tem que ser testado em condições de vácuo, baixa gravidade, radiação elevada e sensibilidade treinads para práticas incomuns a bordo da ISS.
NASA lançou um novo vídeo mostrando as capacidades impressionantes R2.

Elite Tecnologica

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Graças à visualização 3D Robôs operam coração batendo



As limitações dos robôs cirurgiões
Os robôs cirurgiões tornaram-se uma realidade mais cedo do que se imaginava a princípio. No Brasil, até mesmo o Sistema Único de Saúde (SUS) já autoriza cirurgias feitas por robôs.
Os pesquisadores já demonstraram inclusive a viabilidade de cirurgias totalmente robotizadas.
Contudo, a precisão dos robôs geralmente tem seu custo - um paciente totalmente imóvel é uma regra para permitir que o cirurgião mecatrônico faça incisões tecnicamente perfeitas.
Isto torna difícil o uso dos robôs em cirurgias cardíacas - o bater constante do coração inviabiliza seu uso. O mesmo se dá em cirurgias ainda mais delicadas, no cérebro por exemplo, onde o movimento das veias e artérias pode impedir a exploração da precisão dos robôs para minimizar o risco de danos às áreas sãs do organismo.
Modelo 3D do coração
Mas essas limitações parecem estar prestes a serem superadas.
Uma equipe de cientistas trabalhando no Centro Nacional de Pesquisas Científicas, da França, desenvolveu um modelo computadorizado em três dimensões capaz de acompanhar o movimento da superfície do coração conforme ele bate - com extrema precisão e em tempo real.
Inserindo diretamente os dados do modelo no programa do robô cirurgião, os instrumentos robóticos movimentam-se de forma inteiramente coordenada com o bater do coração, permitindo que a cirurgia robotizada seja feita como se o coração estivesse parado.
Hoje, as cirurgias muito delicadas exigem que o coração seja efetivamente parado temporariamente. A nova tecnologia permitirá a redução dos riscos para o paciente representados por esses procedimentos.
Além do coração, o modelo 3-D computadorizado também acompanha o movimento da parede torácica do paciente durante a respiração, o que amplia sua possibilidade de utilização em outras cirurgias, melhorando o desempenho dos robôs cirurgiões de forma geral.
Cirurgias mais precisas
Ao longo dos últimos 10 anos, os braços robóticos tornaram-se essenciais em vários tipos de procedimentos cirúrgicos, incluindo as microcirurgias e as operações que requerem movimentos extremamente delicados.
No entanto, essas máquinas também impedem os cirurgiões de utilizar o seu sentido do tato e sua coordenação motora para se adaptar às variações no ambiente variável do corpo do paciente.
Este novo modelo gerado por computador permite que o cirurgião concentre-se nas operações de corte ou sutura, sem se preocupar em ajustar as ferramentas de acordo com o movimento da área operada.
Em última instância, esta inovação terá aplicações potenciais nas cirurgias cardíacas, incluindo a revascularização do miocárdio (pontes de safena e inserção de stents) e muitos tipos de cirurgia cerebral.
Rogério Richa e seus colegas afirmam que o avanço também permitirá a execução de várias cirurgias que hoje são consideradas arriscadas demais, onde o risco de complicações supera os benefícios esperados de uma cirurgia manual.
Modelo matemático do coração
Esta é a primeira tentativa bem-sucedida de efetivamente isolar os movimentos físicos do coração e dos pulmões durante a cirurgia. Isso é particularmente difícil dada a forma irregular do coração, assim como a sua tendência para se expandir em todos os sentidos durante o batimento. A superfície irregular do coração também torna mais difícil a utilização do rastreamento visual para identificar com precisão os movimentos.
O desenvolvimento do modelo 3-D em tempo real foi possível graças a uma nova abordagem que se baseia em uma representação matemática da superfície do coração enquanto ele se move em três dimensões durante o bombeamento.
Várias tentativas já haviam sido feitas para a utilização de modelagem por computador para levar em conta os movimentos do coração e da respiração. No entanto, os esforços anteriores usavam imagens 2D combinadas com outras etapas de mensuração e cálculo, o que as torna lentas demais para fornecer um feedback instantâneo durante uma cirurgia.
O novo sistema de imageamento 3D prevê os movimentos do coração em uma única etapa, o que o torna rápido o suficiente para ser utilizado no ambiente real de uma sala cirúrgica.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Robô antropomimético terá esqueleto de plástico

O EcceRobô terá ossos de plástico com o mesmo formato dos ossos humanos.
Fios sintéticos farão as vezes dos tendões, enquanto músculos artificiais e 
cordões elásticos funcionarão como músculos
antagonistas. [Imagem: EcceRobot Project]

Esqueleto robótico

Por mais que um robô possa se parecer com um ser humano, basta se aproximar dele para ouvir as diferenças: robôs são feitos com motores e engrenagens e, como toda máquina, fazem um bocado de barulho quando se movimentam.

Os engenheiros já estão trabalhando para fabricar robôs domésticos mais silenciosos, mas as alternativas tecnológicas ainda não estão prontamente disponíveis.

Prevendo a necessidade de uma interação mais amena entre androides e humanos no futuro, um grupo de roboticistas de vários países europeus se reuniu para encontrar uma solução definitiva para esse problema - eles querem substituir os motores, engrenagens, polias e cabos dos robôs atuais por algo mais parecido com um esqueleto humano.

Robô antropomimético

O objetivo do projeto Ecce Robot - nome inspirado na famosa obra Ecce Homo, do filósofo Nietzsche - é construir um robô antropomimético.

Em vez de apenas copiar a forma externa, os pesquisadores da Alemanha, Suíça, Sérvia e França querem copiar as estruturas internas de movimentação de um ser humano, incluindo ossos, juntas, músculos e tendões.

O fato de usarem mecanismos de movimentação tão diferentes dos humanos impõe aos atuais robôs humanoides muito mais limitações do que apenas a inconveniência do ruído do acionamento de seus motores e engrenagens.

As próprias características funcionais dos robôs refletem seus limites internos, que restringem não apenas sua capacidade de movimentação e suas interações sociais, como também o tipo de conhecimento que eles podem adquirir e seu "envolvimento cognitivo" com o ambiente - é muito difícil, por exemplo, que um robô possa aprender a andar como uma criança.







Ossos de plástico

O EcceRobô terá ossos de plástico com o mesmo formato dos ossos humanos. Fios sintéticos farão as vezes dos tendões, enquanto músculos artificiais e cordões elásticos farão as vezes dos músculos antagonistas.

Por mais óbvia que a solução possa parecer, construir robôs que imitem o movimento do ser humano é muito mais complicado do que construir androides com movimento no melhor estilo C3PO.

Mas os pesquisadores acreditam que o resultado final valerá a pena. Segundo eles, o próprio processo de solucionar os problemas encontrados durante o projeto ampliará enormemente os conhecimentos disponíveis para os roboticistas.

Simulador de robô humanoide

Para controlar o esqueleto robótico, o EcceRobô precisará muito mais do que um "cérebro artificial" do tipo tradicional, no qual cada movimento é armazenado na forma de uma instrução de computador.

O robô antropomimético terá três unidades de controle distintas, embora trabalhando de forma integrada: uma unidade de controle de movimento voluntário, uma unidade de controle de movimentos involuntários (responsável pelos reflexos) e um sistema comportamental.

Para minimizar os custos de desenvolvimento e permitir a construção de protótipos com maior nível de funcionalidade, os pesquisadores construíram um simulador do EcceRobô, no qual todas as possibilidades técnicas podem ser testadas antes de virarem peças reais.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Microplanador é inspirado em semente voadora


Um grupo de estudantes da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, conseguiu replicar a capacidade de voo das sementes de uma família de árvores conhecida como maple, que desce planando até o solo.

O resultado é um veículo aéreo capaz de planar suavemente ao ser lançado de um avião, de algum local alto ou mesmo arremessado com as mãos.

O experimento, de uma aparente mera curiosidade, transformou-se em duas patentes requisitadas pela universidade, que poderão ser usadas em veículos passivos de vigilância e de monitoramento ambiental.

Microplanador

Ao dotar o pequeno veículo de um rotor de controle, o microplanador tornou-se controlável, capaz de voar de aproveitando os ganhos aerodinâmicos e de flutuação desenvolvido por milhões de anos de evolução das sementes de maple, mas com total controle.

As primeiras tentativas de replicar a capacidade de planar das sementes de maple datam de 1950. Até agora, todas essas tentativas fracassaram pela falta de controle sobre o voo dos veículos.

Evan Ulrich e seus colegas resolveram o problema da estabilidade adicionando um novo componente curvo no corpo do pequeno veículo, dando-lhe a capacidade de planar de forma controlada e transformando-o no menor veículo controlável de asa única já construído.

Queda controlada

Parte da solução para controlar o voo consistiu em separar fisicamente o problema da propulsão e da estabilidade. A semente de maple só tem que flutuar até o solo, e a gravidade lhe fornece toda a "potência" necessária para fazê-la girar e descer em um voo estável.

A asa única do microplanador é projetada para funcionar da mesma forma que a semente, fazendo uma autorrotação estável durante a descida. Mas a gravidade não lhe dá força suficiente para planar.

Para isso foi adicionada uma seção separada, contendo um propulsor que funciona como o rotor traseiro de um helicóptero - só que, ao invés de evitar a rotação, como acontece nos helicópteros, ele mantém a rotação, permitindo que o veículo plane de forma controlada.

Fonte : Inovação Tecnologica

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Micro-avião "feinho" bate recordes de eficiência aerodinâmica


Feiura eficiente

À primeira vista, o Mavion não impressiona em nada: ele não é bonito e não parece transmitir aquele apelo tão característico das últimas inovações tecnológicas.

Mas a eficiência parece não precisar ser necessariamente bela: o pequeno micro-avião bateu todos os recordes de eficiência aerodinâmica, podendo alterar entre o modo avião e o modo planador de forma a otimizar tanto o tempo de voo quanto a distância percorrida.

O Mavion também mostrou-se altamente resistente a impactos, o que o torna adequado para operações em terrenos desconhecidos, com a posterior recuperação do aparelho.

Avião-planador

O projeto é do engenheiro Jean-Marc Moschetta, do Instituto Superior de Aeronáutica e Espaço, localizado em Toulouse, na França.

"A visão geral no desenvolvimento do bimotor Mavion foi criar um avião de asas fixas que possa ser facilmente adaptado como um planador, mas também para pousar em locais pequenos e estreitos," diz Moschetta.

O micro-avião tem 30 centímetros de envergadura - distância entre as pontas das asas - e dois motores com hélices girando em sentidos opostos. Segundo Moschetta, isso é crucial para que a alteração entre o modo planador e o modo avião possa ser feita de forma totalmente suave.

Voo vertical

Os ganhos com aerodinâmica foram tão significativos, que o pesquisador afirmou que já está planejando o desenvolvimento de uma versão capaz também de voar verticalmente.

"O objetivo definitivo do conceito é demonstrar uma capacidade dupla de voo usando o mesmo veículo: o voo rápido para frente e a capacidade de planar," diz o engenheiro. "Os dois rotores de movimentos opostos oferecem uma forma simples de melhorar o controle de estabilidade, que é particularmente importante também no voo vertical."

Concordando que o design de seu micro-avião é "inovador, mas simplista" Moschetta afirma que o projeto tem grandes possibilidades de uso prático, principalmente em vigilância e sensoriamento.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Microrrobôs começam aquecimento para campeonato mundial


Este é um dos microrrobôs participantes da competição de 2009, 
colocado ao lado de uma mosca da fruta para que se tenha uma 
ideia das suas dimensões. [Imagem: ETH Zurich]

Jogadores invisíveis
Com o nervosismo que acomete os torcedores nestes tempos de final de Campeonato Brasileiro, pode parecer estranho o convite para um campeonato mundial de futebol no qual os jogadores não podem ser vistos - pelo menos não a olho nu.
Em Maio de 2010, o frio do Alasca não será problema para os microscópicos robôs jogadores de futebol que participarão do 2010 Mobile Microrobotics Challenge. As inscrições para o evento acabam de ser abertas.
Microrrobôs de competição
Se em uma Copa do Mundo reúnem-se os mais talentosos jogadores de futebol de todo o mundo, no desafio mundial de microrrobótica estarão presentes os "jogadores" tecnologicamente mais avançados, desenvolvidos por cientistas e engenheiros dedicados à criação e operação de robôs úteis cujas dimensões são medidas em micrômetros - 1 micrômetro equivale a 1 milionésimo de metro.
Enquanto as partidas são assistidas através de microscópios, os microrrobôs são operados por controle remoto e se movem em resposta a campos magnéticos variáveis ou a sinais elétricos transmitidos ao longo de um "gramado artificial" que é, na verdade, um chip de silício.
Os microrrobôs têm algumas dezenas de micrômetros de largura por algumas centenas de micrômetros de comprimento, alcançando massas na ordem dos nanogramas - 1 nanograma equivale a 1 bilionésimo de grama.
Os minúsculos jogadores são fabricados de materiais como alumínio, níquel, ouro, cromo e, claro, silício.
Competição de microrrobôs
O campeonato mundial de microrrobôs é organizado pelo NIST, o instituto de medidas e padrões dos Estados Unidos, que também organiza as competições RoboCup.
Apesar dos organizadores referirem-se sempre a "nanosoccer" - "soccer" é a designação norte-americana para futebol - a competição não tem semelhanças com o futebol, não havendo nem mesmo equipes.
A competição consiste em um "mata-mata" entre os competidores, que se enfrentam em três desafios: 1) uma corrida de velocidade em uma pista de 2 milímetros de comprimento; 2) uma tarefa de montagem, na qual os competidores devem inserir bastões em buracos predeterminados; e 3) uma competição de estilo livre, na qual cada equipe escolhe uma tarefa para seu robô que enfatize um ou mais de seus pontos fortes.
Tarefas de interesse prático
O objetivo da competição é avaliar a agilidade, a capacidade de manobra, a resposta ao controle do computador e a capacidade de movimentar objetos - todas características que os futuros microrrobôs precisarão para desempenhar tarefas como microcirurgias no interior do corpo humano ou para a fabricação de minúsculos componentes para equipamentos eletrônicos microscópicos.